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14/02/2020 - 15:00

Seis pontos em relevo, distribuídos em duas colunas, o braile possibilita a escrita de alfabetos, números, pontuações, cálculos matemáticos, de química e física, fonética e partituras musicais. Nesta sexta-feira (14), a Secretaria de Justiça e Direitos Humanos (Sejudh), por meio da Gerência de Promoção dos Direito da Pessoa com Deficiência, participou do I Encontro em comemoração ao Dia Mundial do Sistema Braille, promovido pelo Ministério Público do Estado do Pará (MPPA).

A data tem como objetivo conscientizar a população sobre a importância das políticas públicas para a inclusão das pessoas cegas no sistema educacional do Brasil, uma vez que o braile é elemento essencial para o  meio de comunicação e informação para promover o desenvolvimento de pessoas com deficiência visual.

“Precisamos desmistificar a impressão de que a pessoa com deficiência, sobretudo, a visual é incapaz de atuar no mercado de trabalho ou de se alfabetizar, para isso acontecer é preciso fomentar políticas públicas em prol das pessoas cegas para que sejam protagonistas de suas vidas” afirmou a Procuradora do MPPA, Elaine Castelo Branco.

O evento contou com a participação de outras entidades que apoiam a causa e que estão à frente de projetos que promovem a inclusão e a criação de políticas públicas para as pessoas com deficiência, seja ela visual, auditiva ou motora.

A Sejudh, através da Gerência de Promoção dos Direito da Pessoa com Deficiência, atua nesta causa de inclusão, por meio de articulações e projetos. Entre eles, está o projeto  “Quebrando Barreiras", em parceria com o MPPA, que leva aos alunos da rede pública de ensino conhecimento sobre a importância da conscientização, além de colocar jovens com deficiência como protagonistas da programação para contar como vivenciam o mundo.

“O projeto leva relatos de pessoas com deficiência que superaram as barreiras e que hoje estão no mercado de trabalho, atuando na sociedade como qualquer outro cidadão e fazer isso no ambiente escolar é essencial para abrir os olhos de jovens que estão em processo de aprendizagem” relatou a pedagoga da Sejudh, Rita Viegas.

Por: Sabrina Rayol (revisado pelo NCS)

Resumo: 
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